segunda-feira, 16 de maio de 2016

SER FELIZ É...

Este Papa Francisco é uma bênção para a Humanidade
Uma belíssima mensagem para todos - ABSOLUTAMENTE IMPERDÍVEL!
Podes ter defeitos, estar ansioso e viver irritado algumas vezes, mas não te esqueças que a tua vida é a maior empresa do mundo.
Só tu podes evitar que ela vá em decadência.
Há muitos que te apreciam, admiram e te querem.
Gostaria que recordasses que ser feliz, não é ter um céu sem tempestades, caminho sem acidentes, trabalhos sem fadiga, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas também reflectir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter alegria com os aplausos, mas ter alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar actor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no longínquo de nossa alma.
É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que seja injusta.
É beijar os filhos, mimar os pais, ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que vive dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para dizer ‘enganei-me’.
É ter a ousadia para dizer ‘perdoa-me’.
É ter sensibilidade para expressar ‘preciso de ti’.
É ter capacidade de dizer ‘amo-te’.
Que tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz…
Que nas tuas primaveras sejas amante da alegria.
Que nos teus Invernos sejas amigo da sabedoria.
E que quando te enganares no caminho, comeces tudo de novo.
Pois assim serás mais apaixonado pela vida.
E podes facilmente encontrar novamente que ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para regar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Nunca desistas….
Nunca desistas das pessoas que amas.
Nunca desistas de ser feliz, pois a vida é um espectáculo imperdível!
Papa Francisco - (Texto retirado da Internet)

quarta-feira, 20 de abril de 2016

PORTUGAL: QUE FUTURO ?

Vale a pena ler... Texto anónimo que reproduzo tal como recebi, via Internet.
Trinta e cinco anos de vida.
Filho de gente humilde. Filho da aldeia. Filho do trabalho. 
Desde criança fui pastor, matei cordeiros, porcos e vacas, montei móveis, entreguei roupas, fui vendedor ambulante, servi à mesa e ao balcão. Limpei chãos, comi com as mãos, bebi do chão e nunca tive vergonha.
Na aldeia é assim, somos o que somos porque somos assim. 
Cresci numa aldeia que pouco mais tinha que gente, trabalho e gente trabalhadora.
Cresci rodeado de aldeias sem saneamento básico, sem água, sem luz, sem estradas e com uma oferta de trabalho árduo e feroz.
Cresci numa aldeia com valores, com gente que se olha nos olhos, com gente solidária, com amigos de todos os níveis, com família ali ao lado.
Cresci com amigos que estudaram e com outros que trabalharam. 
Os que estudaram, muitos à custa de apoios do Governo, agora estão desempregados e a queixarem-se de tudo. Os que sempre trabalharam lá continuam a sua caminhada, a produzir para o País e a pouco se fazerem ouvir, apesar de terem contribuído para o apoio dos que estudaram e a nada receberem por produzir.
Cresci a ouvir dizer que éramos um País em Vias de Desenvolvimento e ... de repente éramos já um País Desenvolvido, que depois de entrarmos para a União Europeia o dinheiro tinha chegado a "rodos" e que passamos de pobretanas a ricos "fartazanas".
Cresci assim, sem nada e com tudo.

E agora, o que temos nós?

1.       Um país com duas imagens.
·         A de Lisboa: cidade grandiosa, moderna, com tudo e mais alguma coisa, o lugar onde tudo se decide e onde tudo se divide, cidade com passado, presente e futuro.
·         E a do interior do país, território desertificado, envelhecido, abandonado, improdutivo, esquecido, pisado.

1.       Um país de vícios.
·         Esqueceram-se os valores, sobrepuseram-se os doutores.
·         Não interessa a tua história, interessa o lugar que ocupas.
·         Não interessa o que defendes, interessa o que prometes.
·         Não interessa como chegaste lá, mas sim o que representas lá.
·         Não interessa o quanto produziste, interessa o que conseguiste.
·         Não interessa o meio para atingir o fim, interessa o que me podes dar a mim. 
·         Não interessa o meu empenho, interessa o que obtenho.
·         Não interessa que critiquem os políticos, interessa é estar lá. 
·         Não interessa saber que as associações de estudantes das universidades são o primeiro passo para a corrupção activa e passiva que prolifera em todos os sectores políticos, interessa é que o meu filho esteja lá.
·         Não interessa saber que as autarquias tenham gente a mais, interessa é que eu pertença aos quadros. 
·         Não interessa ter políticos que passem primeiro pelo mundo do trabalho, interessa é que o povo vá para o diabo. 

1.       Um país sem justiça. 
·         Pedófilos que são condenados e dão aulas passados uns dias.
·         Pedófilos que por serem políticos são pegados em ombros, e juízes que são enviados para as catacumbas do inferno.
·         Assassinos que matam por trás e que são libertados passados sete anos por bom comportamento!
·         Criminosos financeiros que escapam por motivos que nem ao diabo lembram.
·         Políticos que passam a vida a enriquecer e que jamais têm problemas ou alguém questiona tais fortunas.
·         Políticos que desgovernam um país e "emigram".
·         Bancos que assaltam um país e que o povo ainda ajuda a salvar.
·         Um povo que vê tudo isto e entra no sistema, pedindo favores a toda a hora e alimentando a máquina que tanto critica e chora.

1.       Um país sem educação.
·         Quem semeia ventos colhe tempestades.
·         Numa época em que a sociedade global apresenta níveis de exigência altamente sofisticados, em Portugal a educação passou a ser um circo.
·         Não se podem reprovar meninos mimados.
·         Não se pode chumbar os malcriados. 
·         Os alunos podem bater e os professores nem a voz podem levantar. 
·         Entrar na universidade passou a ser obrigatório por causa das estatísticas. 
·         Os professores saem com os alunos e alunas e os alunos mandam nos professores. 
·         Ser doutor, afinal, é coisa banal. 

1.       Um país que abandonou a produção endógena. 
·         Um país rico em solo, em clima e em tradições agrícolas que abandonou a sua história.
·         Agora o que conta é ter serviços sofisticados, como se o afamado portátil fosse a salvação do país.
·         Um país que julga que uma mega fábrica de automóveis dura para sempre.
·         Um país que pensa que turismo no Algarve é que dá dinheiro para todos.
·         Um país que abandonou a pecuária, a pesca e a agricultura.
·         Que pisa quem ainda teima em produzir e destaca quem apenas usa gravata. 
·         Um país que proibiu a produção de Queijo da Serra artesanal na década de 90 e que agora dá prémios ao melhor queijo regional.
·         Um país que diz ser o do Pastel de Belém, mas que esquece que tem cabrito de excelência, carne mirandesa maravilhosa, Vinho do Porto fabuloso, Ginjinha deliciosa, Pastel de Tentugal tentador, Bolo Rei português, Vinho da Madeira, Vinho Verde, lacticínios dos Açores e Azeite de Portugal para vender…
·         E tanto, tanto mais... que sai da terra e da nossa história.

1.       Um país sem gente e a perder a alma lusa.
·         Um país que investiu forte na formação de um povo, em engenharias florestais, zoo técnicas, ambientais, mecânicas, civis, em arquitectos, em advogados, em médicos, em gestores, economistas e marketeers, em cursos profissionais, em novas tecnologias e em tudo o mais, e que agora fecha as portas e diz para os jovens emigrarem.
·         Um país que está desertificado e sem gente jovem, mas com tanta gente velha e sábia que não tem a quem passar tamanha sabedoria.
·         Um país com jovens empreendedores que desejam ficar, mas são obrigados a partir.
·         Um país com tanto para dar, mas com o barco da partida a abarrotar.
·         Um país sem alma, sem motivação e sem alegria.
·         Um país gerido por porcaria.

E agora, vale a pena acreditar?
Vale. Se formos capazes de participar, congregar novos ideais sociais e de mudar.
Porquê acreditar?
Porque oitocentos anos de história, construída a pulso, não se destroem em tempo algum . Porque o solo continua fértil, o mar continua nosso, o sol continua a brilhar e a nossa alma, ai a nossa alma, essa continua pura e lusitana e cada vez mais fácil de amar.
(Texto de autor anónimo, mas acho que qualquer de nós gostaria de o ter escrito). 

quinta-feira, 24 de março de 2016

Feliz Páscoa!

Face à quadra que estamos a atravessar aproveito para desejar a todos uma Feliz Páscoa, na companhia dos que vos são queridos.

imagens de páscoa para facebook


Um fraterno abraço com amizade,
Vasco da Gama

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

ENVELHECER E CRESCER, ENVELHECER E PROGREDIR...

No primeiro dia de aulas o nosso professor apresentou-se aos alunos, e desafiou-nos a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda.
Fiquei em pé a olhar à volta quando uma mão suave me tocou no ombro.
Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim. Um sorriso lindo que iluminava todo o seu ser.
Ela disse:

"Olá, o meu nome é Rosa e tenho oitenta e sete anos de idade.” 
E deu-me um gigantesco apertão de mão.
Não resisti e perguntei-lhe:
"Por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade?", e ela respondeu brincalhona:
"Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar."
"Está a brincar", disse eu. 
Estava curioso em saber o que a tinha motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse:"Eu sempre sonhei em frequentar um curso universitário, e agora estou a fazê-lo!"

Após a aula caminhamos para o prédio dos estudantes, e dividimos um milkshake de chocolate. Nos tornamos amigos instantaneamente.
Nos três meses seguintes íamos para a aula juntos e falávamos sem parar. Eu ficava sempre extasiado a ouvir aquela "máquina do tempo" compartilhar a sua experiência e sabedoria comigo.
Passado um ano, Rose tornou-se um ícone no campus universitário, e fazia amigos facilmente, onde quer que fosse.
Ela adorava vestir-se bem, e revelava-se na atenção que lhe davam os outros estudantes. Ela estava a divertir-se!
No fim do semestre convidamos Rose para falar no nosso jantar de futebol.
Jamais esquecerei o que ela nos ensinou.
Ela foi apresentada e se aproximou do podium. Quando ela começou a ler o seu discurso deixou cair três, das cinco folhas no chão.
Frustrada e um pouco embaraçada, pegou no microfone e disse simplesmente:
"Desculpem-me, eu estou tão nervosa! 

Não vou conseguir colocar os meus papéis em ordem de novo, por isso deixem-me apenas falar sobre aquilo que eu sei."Enquanto nós ríamos, ela limpou a garganta e começou:
"Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque 
paramos de jogar.Existem quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguir para termos “sucesso”.

Primeiro, precisamos rir e encontrar humor todos os dias.
Segundo, precisamos ter um sonho. 

Quando perdemos os nossos sonhos… morremos. Há tantas pessoas a caminhar por aí que estão mortas e nem desconfiam!Terceiro, há uma enorme diferença entre envelhecer e crescer. Entre envelhecer e Progredir.
Se tiveres dezanove anos e ficares deitado na cama um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, ficarás com vinte anos.

Se tenho oitenta e sete anos e ficar na cama um ano sem fazer nada, ficarei com oitenta e oito anos.
Qualquer um, mais cedo ou mais tarde ficará mais velho.
Isso não exige talento nem habilidade, é uma consequência natural da vida. A ideia é crescer através das oportunidades.E, por último, não tenha remorsos. 
Os velhos geralmente não se arrependem do que fizeram, mas sim das coisas que deixaram de fazer.
As lágrimas mais amargas diante de um túmulo, são mais por palavras não ditas do que por palavras ditas, portanto, não tenham medo de viver.

Ela concluiu o seu discurso cantando corajosamente "A Rosa". 

Ela desafiou a cada um de nós a estudar poesia e a vivê-la nas nossas vidas diárias.No fim do ano Rose terminou o último ano da faculdade que começara há tantos anos atrás.

Uma semana depois da formatura, Rose morreu tranquilamente em seu sono.
Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser, se realmente desejar.
"Ficar velho é obrigatório, crescer é opcional" 
(Retirado da Internet - Autor desconhecido)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

GEOMETRIA AMOROSA

Um Quociente apaixonou-se
Um dia
Doidamente
Por uma Incógnita.

Olhou-a com seu olhar inumerável
E viu-a, do Ápice à Base...
Uma Figura Ímpar;
Olhos rombóides, boca trapezóide,
Corpo ortogonal, seios esferóides.

Fez da sua
Uma vida
Paralela à dela.
Até que se encontraram
No Infinito.

"Quem és tu?" indagou ele
Com ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode chamar-me Hipotenusa."

E falando descobriram que eram
O que, em aritmética, corresponde
A alma irmãs
Primos-entre-si.

E assim se amaram
Ao quadrado da velocidade da luz
Numa sexta potenciação
Traçando
Ao sabor do momento
E da paixão
Retas, curvas, círculos e linhas sinusoidais.

Escandalizaram os ortodoxos
das fórmulas euclidianas
E os exegetas do Universo Finito.

Romperam convenções newtonianas
e pitagóricas.
E, enfim, resolveram casar-se.
Constituir um lar.
Mais que um lar,
Uma Perpendicular.

Convidaram para padrinhos
O Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e
diagramas para o futuro
Sonhando com uma felicidade
Integral
E diferencial.

E casaram-se e tiveram
uma secante e três cones
Muito engraçadinhos.
E foram felizes
Até àquele dia
Em que tudo, afinal,
se torna monotonia.

Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum...
Frequentador de Círculos Concêntricos
Viciosos.
Ofereceu, a ela,
Uma Grandeza Absoluta,
E reduziu-a a um Denominador Comum.

Ele, Quociente, percebeu
Que com ela não formava mais Um Todo,
Uma Unidade.
Era o Triângulo,
chamado amoroso.
E desse problema, ela era a fracção
Mais ordinária.

Mas foi então que Einstein descobriu a
Relatividade.
E tudo que era expúrio passou a ser
Moralidade.
Como aliás, em qualquer
Sociedade.
Autor desconhecido, mas admirável!
​​


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

UM BOM NATAL PARA TODOS NÓS

Na  Quadra  Festiva  que  estamos  a  atravessar  quero  aproveitar  a  oportunidade para desejar a todos os meus amigos e aos leitores deste Blog  um  Feliz  Natal e  um  Ano Novo com muita saúde, paz e felicidade.



Um fraterno abraço com amizade,
Vasco Lopes da Gama

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A ARTE DE VIVER A VIDA

A vida é como que uma página em branco que Deus nos deu, à espera das palavras que nela coloquemos.

A vida é curta e está sempre por um fio. Para morrer basta apenas e só estar vivo. Num qualquer dia pode ser o nosso último dia de vida.

O acordar depois de uma noite de sono é sempre uma dádiva ─ é o milagre da vida que se renova em cada dia. Apesar disso o importante é nunca nos esquecermos de como é frágil a nossa vida.

Quanto mais anos vivemos menos tempo teremos para viver. Por isso, em cada dia que passa, e em todos os momentos, devemos procurar que eles sejam para nós valiosos e importantes.

Quando somos jovens vivemos na ilusão de que a vida é longa, interminável e que sempre haverá tempo para tudo.

Ao chegarmos a adultos vamos tomando consciência das demasiadas preocupações e das diversas circunstâncias que, tantas vezes, nos impedem de pensar sobre a vida e, quantas vezes, ela já passou por nós sem quase nos termos apercebido disso.

Considerando que aquilo que de mais precioso temos é o tempo de vida, devemos esforçar-nos para que saibamos aproveitar esse tempo procurando viver a vida duma forma leal, honesta, sincera e justa, carregando sempre no nosso coração a certeza de vivermos com base na verdade, na tolerância e no amor ao próximo.

A cada momento é sempre tempo de recomeçar. Saibamos pois sorrir e, com o nosso sorriso, contribuamos também para procurar levar um pouco de felicidade aos outros que connosco se vão cruzando ao longo da nossa vida.

Não menos importante é a busca da felicidade. Ter uma vida feliz e próspera começa, acima de tudo, em cada um de nós. Cada um de nós tem o poder de escolha sobre o que pensar, o que falar e de que forma devemos agir, de criar hábitos saudáveis para formar o nosso caráter e, de alguma maneira, determinar o nosso destino. É, por assim dizer, que o nosso futuro poderá ser fortemente influenciado pelo querer de nós próprios, já que ele poderá ser, em grande medida, o contributo impulsionador do nosso futuro. 

A vida é um momento pequeno onde buscamos o que de melhor está à nossa disposição. Acontece que, muitas vezes, o melhor que a vida tem anda meio escondido, ou anda fugindo dos nossos braços. Na verdade, o melhor da vida é sempre ─ o tempo. 

Na vida o que todos procuramos é por um destino dominado pela felicidade. A felicidade não é mais do que os breves momentos em que nos apresentamos ao mundo, às pessoas e à vida duma forma completa.

Ser feliz é lutar para atingir os reais objetivos que a vida nos oferece. A vida é uma oferta, uma bênção ─ e isso já é, só por si, uma razão mais do que suficiente para nos congratularmos.

Os caminhos para chegar até à felicidade são muitos e cada um deve saber escolher o seu.

Todos os dias temos que tomar opções e decisões importantes que podem definir os contornos do nosso percurso de vida. Saibamos ouvir o que o nosso coração nos diz e saibamos usar, ao mesmo tempo, a razão.

Não baixar os braços e nunca desistir dos nossos sonhos é muito importante, mas a melhor forma de vivermos a vida é procurarmos manter-nos sempre fixados nas nossas metas e objetivos, pois a vida deve ser vivida intensamente, na certeza do que ela representa ─ esperança, força e fé!

Em cada dia que nasce e em cada nova luz do sol no firmamento, há o sinal de que os milagres acontecem a toda a hora. 

Procuremos, pois, SER FELIZES! Tudo o mais são coisas de somenos importância!

A todo o momento ainda é tempo de partirmos em busca do nosso espaço de satisfação e felicidade. Portanto, não desistamos e saibamos VIVER A VIDA!
Vasco Lopes da Gama

terça-feira, 20 de outubro de 2015

FILHOS!!!

Os filhos são como as águias, ensinarás a voar mas não voarão o teu voo.

Ensinarás a sonhar, mas não sonharão os teus sonhos.

Ensinarás a viver, mas não viverão a tua vida.

Mas, em cada voo, em cada sonho e em cada vida, permanecerá para sempre a marca dos ensinamentos recebidos.

(Madre Teresa de Calcutá)

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Reflexão em Tempo de Férias (III) - Os jovens e os desafios do mercado de trabalho

O primeiro obstáculo que se depara aos jovens à procura de emprego é a sua falta de experiência profissional, uma vez que muitas empresas não procuram apenas pessoas com formação académica, mas também com alguma de experiência.
É esta combinação de formação académica de nível superior e experiência profissional que nos parece uma combinação quase impossível e paradoxal nos jovens pois, para ter experiência é preciso começar sem experiência, já que ela só se adquire com o tempo.
Mas infelizmente o mercado de trabalho ainda não vê as coisas dessa forma.
Conscientes disto, muitos dos nossos jovens têm procurado trabalhar nas férias e/ou durante o próprio ano escolar, em empregos temporários, tendo em vista começar a ganhar experiência no mundo do trabalho.
O facto de muitos jovens irem trabalhar/estagiar durante os estudos, tem-se mostrado importante e determinante para a sua vida profissional. É, nesse sentido, que muitas universidades e institutos têm incentivado e integrado estágios nos currículos dos seus cursos, como um requisito para a atribuição do grau de certificação académica e de conclusão dos cursos ministrados aos seus alunos.
A aplicação desta experiência de prática empresarial ajuda os alunos a constatarem, por si próprios, a aplicabilidade da teoria que lhes foi ministrada e isso dá-lhes a oportunidade de melhor poderem conhecer o mundo laboral e o seu real funcionamento, para além de lhes possibilitar um melhor conhecimento das suas responsabilidades enquanto trabalhadores/colaboradores, a hierarquização estrutural das empresas e organizações e os tipos de relacionamentos existentes nas estruturas, nas chefias e nos subordinados.
Tudo isto é cada vez mais importante, sobretudo para os jovens, uma vez que lhes vai permitir um melhor conhecimento do que é, ou deverá ser, o trabalho em equipa, o cumprir horários, o lidar com a pressão e com a concorrência. Cabe aqui ainda referir que, através destas experiências de trabalho, os jovens tendem a ficar com uma melhor perceção, na prática, do que será a realidade profissional do posto e trabalho que imaginam poder vir a desempenhar e com que sonham.
Hoje em dia, para os jovens, o primeiro desafio que se lhes coloca é procurar estar bem preparado e saber demonstrar o seu talento e as suas qualidades e competências. Por isso o fator experiência tornou-se crítico face à cada vez maior concorrência no mercado de trabalho.
Muitas vezes, os jovens chegam a recusar excelentes oportunidades apenas porque a remuneração não é atrativa.
No entanto, no atual quadro do mercado laboral a experiência dos primeiros seis meses, ou um ano, pode valer mais do que muito do dinheiro que se deixou de ganhar.
Começar a trabalhar, mesmo quando as condições não são como se esperava e desejava, pode possibilitar a abertura de portas para novas oportunidades de trabalho.
Portanto, o mais importante é conseguir colocar o pé na porta de entrada e aproveitar a ocasião para mostrar o talento que se tem e, depois disso, tentar negociar as condições de trabalho, procurando provar que, contrariamente ao que muitos pensam, os jovens não são um risco, mas um investimento.
A finalizar este apontamento e reflexão, queremos deixar uma mensagem de esperança aos nossos jovens. Atualmente a internet está presente no nosso dia-a-dia e nas relações de trabalho, isso significa que os contactos e relacionamentos, de qualquer um de nós, podem ser feitos quando já nos encontramos no ambiente laboral. Este ambiente permite-nos conhecer muitas pessoas, inclusivamente da concorrência, que poderão ser muito importantes na abertura de novas portas e, quem sabe, de novas opções de funções e de novas oportunidades de crescimento e de carreira profissional.
Vasco Lopes da Gama