sábado, 26 de outubro de 2013

O meu filho também é socialista!

Não sei se são só os meus filhos que  são  socialistas  ou se são todas as crianças  que sofrem do mesmo mal. Mas tenho a certeza do que falo, em relação aos meus.

E nada disto é deformação educacional – eles têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência paternal como a aldeia do Astérix resistiu culturalmente aos romanos. Os garotos são estóicos e defendem com resistência a bandeira marxista sem fazerem ideia de quem é o senhor.

Ora o primeiro sintoma desta deformação ideológica tem que ver com os direitos. Os meus filhos só têm direitos. Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos.

É tudo, absolutamente tudo, adquirido. Eles dão como adquirido o divertimento, as férias, a boleia para a escola, a escola, os ténis novos, o computador, a roupinha lavada, a televisão e até eu. Deveres, não têm nenhum.

Quanto muito lavam um prato por dia e puxam o edredão da cama para cima, pouco mais. 

Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou humildade. Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, só o bem deles. Muito, muito deles.

segundo sintoma tem que ver com o aparecimento desses direitos. Como aparecem esses direitos? Não sabem. Sabem que basta abrirem a torneira que a água vem quente, que dentro do frigorífico está invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem forradinhos todos os anos, que o carro tem sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão as máquinas de multibanco. A única diferença entre eles e os socialistas com cartão de militante é que, justiça seja feita, estes últimos já não acreditam na parede – são os bancos que imprimem dinheiro e pronto, ele nunca falta.

Outro sintoma alarmante é a visão de futuro. O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que se vai passar logo à noite, o mais tardar. Eles não vão mais longe do que isto. Na sua cabecinha, não há planeamento, só gastamento, só o imediato. Se há, come-se, gasta-se, esgota-se, e depois logo se vê. Poupar não é com eles. Um saco de gomas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões endereçado ao Largo do Rato: acaba tudo no esgoto. E não foi ninguém...

quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas. Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem importância ou consequências. Ora esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras, que alguém irá depois apanhar os cacos. Eles ficam de castigo é certo (mais ou menos a mesma coisa que perder eleições), mas quem apanha os cacos sou eu. Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer: o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa. No caso dos meus filhos, o outro sou eu, no caso dos socialistas encartados o outro é o governo seguinte.

Por fim, o último mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. Acham que têm de ter tudo o que o do lado tem, quer mereçam quer não. São autênticos novos-ricos sem cheta. Acham que todos temos de ter o mesmo e, se não dá para repartir, ninguém tem. Ou comem todos ou não come nenhum. Senão vão à luta. Eu não posso dar mais dinheiro a um do que a outro ou tenho o mesmo destino que Nicolau II. Mesmo que um ajude mais que outro e tenha melhores notas, a "cultura democrática" em minha casa não permite essa diferenciação. Os meus filhos chamam a esta inveja disfarçada, justiça, os socialistas deram-lhe o nome de justiça social.

Autoria: Inês Teotónio Pereira (i-online, 2013-05-11)

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Análise Pertinente!

Isto não deixa de ser a opinião de uma pessoa… Mas é capaz de ser oportuna e até pertinente…

Leiam… analisem e depois tirem as vossas conclusões!...

ANÁLISE PERTINENTE

Kuing Yamang

Opinião de um professor chinês de economia, sobre a Europa 
do Prof. Kuing Yamang, que viveu em França


 
1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...


2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!

8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...

10. (Os europeus) vão directos a um muro e a alta velocidade...

Texto retirado da Internet: "Comentários de um Chinês sobre a crise da Europa..."(Prof. Kuing Yamang)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O Idoso!!!

Eu nunca trocaria os meus amigos surpreendentes, a minha vida maravilhosa, a minha amada família por menos cabelo branco ou uma barriga mais lisa.  Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais amável para mim, e menos crítico de mim mesmo.  Eu tornei-me o meu próprio amigo...  Eu não me censuro por comer um cozido à portuguesa ou uns biscoitos extra, ou por não fazer a minha cama, ou para a compra de algo supérfluo que não precisava.  Eu tenho direito de ser desarrumado, de ser extravagante? e livre.

Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento. Quem vai censurar-me se resolvo ficar lendo ou jogar no computador até as quatro horas e dormir até ao meio-dia?  Eu Dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos dos anos 60 e 70, e se eu, ao mesmo tempo,  desejo  chorar por um amor perdido ...  Eu vou.

Vou andar na praia com um calção excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulhar nas ondas com abandono, se eu quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros no jet set.

Eles, também, vão envelhecer.

Eu sei que às vezes me esqueço de algumas coisas. Mas há mais algumas coisas na vida que devem ser esquecidas. Eu me recordo das coisas importantes.

Claro, ao longo dos anos o meu coração foi quebrado.  Como não pode quebrar o seu coração quando você perde um ente querido, ou quando uma criança sofre, ou mesmo quando algum amado animal de estimação é atropelado por um carro?  Mas corações partidos são os que nos dão força, compreensão e compaixão.  Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser imperfeito.

Eu sou tão abençoado por ter vivido o suficiente para ter meus cabelos grisalhos, e ter os risos da juventude  gravados para sempre em sulcos profundos no meu rosto.

Muitos nunca riram, muitos morreram antes de seus cabelos ficarem prata.

Conforme envelhecemos, é mais fácil sermos positivos.  Preocupamo-nos menos com o que os outros pensam.  Eu não me questiono mais.

Eu ganhei o direito de estar errado. Assim, eu gosto de ser idoso. A idade libertou-me.  

Gosto da pessoa em que me tornei.  Eu não vou viver para sempre, mas enquanto eu ainda estou aqui, eu não vou perder tempo lamentando o que poderia ter sido, ou preocupar-me com o que serei.  E eu vou comer sobremesa todos os dias (se me apetecer)!


Texto retirado da Internet  
(É pena não saber o autor. Creio que somos todos nós retocando-o aqui e ali)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Indústria dos Incêndios

Pela oportunidade do tema vale a pena ler.... e refletir! – (Artigo escrito por José Gomes Ferreira).

A evidência salta aos olhos: o país está a arder porque alguém quer que ele arda. Ou melhor, porque muita gente quer que ele arda. Há uma verdadeira indústria dos incêndios em Portugal. Há muita gente a beneficiar, directa ou indirectamente, da terra queimada.

Oficialmente, continua a correr a versão de que não há motivações económicas para a maioria dos incêndios. 

Oficialmente continua a ser dito que as ocorrências se devem a negligência ou ao simples prazer de ver o fogo. A maioria dos incendiários seriam pessoas mentalmente diminuídas.

Mas a tragédia não acontece por acaso. Vejamos:

1 - Porque é que o combate aéreo aos incêndios em Portugal é TOTALMENTE concessionado a empresas privadas, ao contrário do que acontece noutros países europeus da orla mediterrânica?

Porque é que os testemunhos populares sobre o início de incêndios em várias frentes imediatamente após a passagem de aeronaves continuam sem investigação após tantos anos de ocorrências?

Porque é que o Estado tem 700 milhões de euros para comprar dois submarinos e não tem metade dessa verba para comprar uma dúzia de aviões Cannadair?

Porque é que há pilotos da Força Aérea formados para combater incêndios e que passam o Verão desocupados nos quartéis?

Porque é que as Forças Armadas encomendaram novos helicópteros sem estarem adaptados ao combate a incêndios? Pode o país dar-se a esse luxo?

2 - A maior parte da madeira usada pelas celuloses para produzir pasta de papel pode ser utilizada após a passagem do fogo sem grandes perdas de qualidade. No entanto, os madeireiros pagam um terço do valor aos produtores florestais. Quem ganha com o negócio? Há poucas semanas foi detido mais um madeireiro intermediário na Zona Centro, por suspeita de fogo posto. Estranhamente, as autoridades continuam a dizer que não há motivações económicas nos incêndios...

3 - Se as autoridades não conhecem casos, muitos jornalistas deste país, sobretudo os que se especializaram na área do ambiente, podem indicar terrenos onde se registaram incêndios há poucos anos e que já estão urbanizados ou em vias de o ser, contra o que diz a lei.

4 - À redacção da SIC e de outros órgãos de informação chegaram cartas e telefonemas anónimos do seguinte teor: "enquanto houver reservas de caça associativa e turística em Portugal, o país vai continuar a arder". Uma clara vingança de quem não quer pagar para caçar nestes espaços e pretende o regresso ao regime livre.

5 - Infelizmente, no Norte e Centro do país ainda continua a haver incêndios provocados para que nas primeiras chuvas os rebentos da vegetação sejam mais tenros e atractivos para os rebanhos. Os comandantes de bombeiros destas zonas conhecem bem esta realidade.

Há cerca de um ano e meio, o então ministro da Agricultura quis fazer um acordo com as direcções das três televisões generalistas em Portugal, no sentido de ser evitada a transmissão de muitas imagens de incêndios durante o Verão. O argumento era que, quanto mais fogo viam no ecrã, mais os incendiários se sentiam motivados a praticar o crime...

Participei nessa reunião. Claro que o acordo não foi aceite, mas pessoalmente senti-me indignado. Como era possível que houvesse tantos cidadãos deste país a perder o rendimento da floresta - e até as habitações - e o poder político estivesse preocupado apenas com um aspecto perfeitamente marginal?

Estranhamente, voltamos a ser confrontados com sugestões de responsáveis da administração pública no sentido de se evitar a exibição de imagens de todos os incêndios que assolam o país.

Há uma indústria dos incêndios em Portugal, cujos agentes não obedecem a uma organização comum mas têm o mesmo objectivo - destruir floresta porque beneficiam com este tipo de crime.

Estranhamente, o Estado não faz o que poderia e deveria fazer:

1 - Assumir directamente o combate aéreo aos incêndios o mais rapidamente possível. Comprar os meios, suspendendo, se necessário, outros contratos de aquisição de equipamento militar.

2 - Distribuir as forças militares pela floresta, durante todo o Verão, em acções de vigilância permanente. (Pelo contrário, o que tem acontecido são acções pontuais de vigilância e combate às chamas).

3 - Alterar a moldura penal dos crimes de fogo posto, agravando substancialmente as penas, e investigar e punir efectivamente os infractores

4 - Proibir rigorosamente todas as construções em zona ardida durante os anos previstos na lei.

5 - Incentivar a limpeza de matas, promovendo o valor dos resíduos, mato e lenha, criando centrais térmicas adaptadas ao uso deste tipo de combustível.

6 - E, é claro, continuar a apoiar as corporações de bombeiros por todos os meios.

Com uma noção clara das causas da tragédia e com medidas simples mas eficazes, será possível acreditar que dentro de 20 anos a paisagem portuguesa ainda não será igual à do Norte de África. Se tudo continuar como está, as semelhanças físicas com Marrocos serão inevitáveis a breve prazo.
Texto de autoria de José Gomes Ferreira

domingo, 25 de agosto de 2013

O Bom e o Ótimo

Há um ditado que parece ser disparate lógico: "o ótimo é inimigo do bom".

Em relação à tão propalada expressão “o ótimo é inimigo do bom” e, ao facto, dela ser tão discutida e difundida que, por vezes, uma generalização abusiva leva a que se pratique, sem critério, a transformação semântica da frase, substituindo-a por uma outra, com ressonâncias semelhantes: “o bom é inimigo do ótimo”.

Seja qual for o posicionamento relativo dos elementos significantes da frase, que não cabe aqui desenvolver, ela é frequentemente referida quando procuramos defender a ideia de que não vale a pena sermos muito exigentes relativamente a uma determinada coisa (o ótimo), aceitando a inevitabilidade de nos ficarmos sempre por uma mediania (o bom).

Na vida empresarial, sobretudo nas formas de organização marcadas pelos excessos da industrialização e da burocracia, tem sido aproveitado como bandeira de legitimação de práticas e atitudes daqueles que galharda e convictamente prosseguem o objetivo profissional de serem apenas “suficientemente bons para não serem despedidos”.

Em contextos cada vez mais difíceis, exige-se a todos os profissionais que “consigam fazer mais com menos”, o que só é possível através duma grande entrega e dum grande envolvimento pessoal, sem reservas mentais e barreiras, ou mesmo obstáculos, a uma verdadeira orientação tendo em vista a obtenção da excelência.

Assim, o paradigma mental já não pode ficar-se pelo “ser bom” pois, em condições sociológicas e de mercado só os “muito bons” conseguirão ter condições estimulantes e sustentáveis para viver percursos profissionais.

Nesta perspetiva, o “bom” será, realmente, “inimigo do ótimo”, sobretudo se se constituir como uma forma de auto-engano que nos impede de ver o que pode despontar em cada um de nós.

No entanto, melhor do que fazermos algo de forma “ótima”, é fazermos “o que precisa ser feito”!!!

Trabalho “bem feito” é aquele que serve para alguma coisa! E não aquele que foi feito de forma “ótima”, ou perfeito na sua confeção.

Às vezes empenhamo-nos em fazer algo, e até gostávamos do que estávamos a fazer, mas, a curto prazo, concluímos que isso não deu os resultados esperados...

Quando nos perguntam sobre o porquê, respondemos: "Porque não estava suficientemente bom".

Quase todos nós já passámos pela situação de “atrasar alguma coisa em que estávamos a trabalhar e a investir para procurar atingir o ótimo...”

Não raras vezes nos preocupamos mais com a perfeição, do que com o objetivo.

Ocupemo-nos, pois, mais com o objectivo, isto é, com “o que precisa ser feito”!

Pensemos, pois, duma forma mais ampla e deixemos fluir as ideias. Na maioria das vezes “não é a perfeição que conta – mas sim a eficácia e a utilidade”.

Se algo não for útil, pode ter a perfeição que tiver mas, ainda assim, continuará inútil.

No entanto, com isto, não queremos dizer que não se deve ter atenção (e não preocupação) em melhorar sempre, quer se trate “das nossas ações, do nosso trabalho, dos nossos projetos, das nossas competências...”.

Mas, quem fica focado apenas na busca da perfeição do trabalho, perde um tempo precioso para pensar em soluções!  – “Enquanto se busca o ótimo, deixa de se fazer o que é preciso ser feito…”

Resolver obstáculos (problemas) é uma arte que exige visão abrangente, exige empatia, criatividade, proatividade, e outras competências amplas.

Deixemos de exigir de nós próprios a perfeição! Procuremos ser úteis! Direcionemos as nossas ações para “o que precisa ser feito”!

“Certamente, todos se lembrarão de si pela quantidade de coisas úteis que criar! Faça o que precisa ser feito... Faça algo realmente útil!”
Vasco Lopes da Gama

domingo, 4 de agosto de 2013

Monólogo das Mãos - Bibi Ferreira

Aos 91 anos, a atriz, cantora e diretora Bibi Ferreira, declama o 'Monólogo das Mãos' no Programa Jô Soares.
Um SHOW a não perder. Maravilhoso.
Vejam que maravilha de talento, memória e lucidez!!!


quarta-feira, 26 de junho de 2013

ORAÇÃO DO IDOSO

Bem-aventurados aqueles que compreendem os meus passos vacilantes e as minhas mãos trémulas.

Bem-aventurados os que levam em conta que meus ouvidos captam as palavras com dificuldades, por isso procuram falar-me mais alto e pausadamente.

Bem-aventurados os que percebem que meus olhos já estão nublados e as minhas reações são lentas.

Bem-aventurados os que desviam o olhar, simulando não ter visto o café que, por vezes, derramo sobre a mesa.

Bem-aventurados os que sorriem e conversam comigo.

Bem-aventurados os que nunca me dizem: "Você já me contou isso tantas vezes!"

Bem-aventurados os que me ajudam, com carinho, a atravessar a rua.

Bem-aventurados os que me fazem sentir que sou amado e não estou abandonado, tratando-me com respeito.

Bem-aventurados os que compreendem quanto me custa encontrar forças para aguentar minha cruz.

Bem-aventurados os que me amenizam os últimos anos sobre a Terra.

Bem-aventurados todos aqueles que me dedicam afeto e carinho fazendo-me, assim, pensar em Deus.

Quando entrar na Eternidade, lembrar-me-ei deles, junto ao Senhor!

Amém!
(autor desconhecido)

domingo, 28 de abril de 2013

Música - A Linguagem Universal da Humanidade

O Homem, ao tentar construir a torre de Babel, teve como castigo a confusão de idiomas, de tal forma, que ninguém entendia ninguém, tudo ficando assim mais difícil.

No entanto, Deus,  na  Sua  infinita  bondade,  deu ao  Homem  uma oportunidade única,  ao deixar-lhe uma linguagem universal ─ a música.

A música, que cada um de nós ouvimos, toca-nos o coração. Não importa que tipo seja. Numa ou noutra situação poderemos até assustar-nos com determinado tipo de música, mas, aos poucos, começamos a compreendê-la.

Não há praticamente nenhuma cultura onde a música não esteja presente funcionando até, na maioria das vezes, como fator determinante no desenvolvimento linguístico e afectivo dos indivíduos.

Desde o nascimento, a criança tem necessidade de desenvolver o sentido do ritmo, pois em todo o universo que nos rodeia, há um sem número de ritmos que se evidenciam a cada passo e a cada momento.

A música é, assim, uma linguagem universal que vai estimular outras áreas do nosso desenvolvimento, sendo fundamental para o bom funcionamento de toda a sociedade.

Desde os tempos mais remotos, sempre que uma nova sociedade nascia, com ela surgia também um novo estilo de música.

A música é, de facto, uma linguagem comum a todas as pessoas, podendo facilmente transmitir emoções, ou sentimentos, a nível universal. A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos... A música é, sem dúvida, uma linguagem universal que está presente nas mais diversas situações da vida humana, tanto a nível individual, como coletivo.

A linguagem musical é igualmente um excelente meio para o desenvolvimento da expressão, do equilíbrio, da autoestima e do autoconhecimento, para além de ser um poderoso meio de integração social, sendo possível, através dela, passar mensagens de união fraterna entre os seres humanos, independente da língua e cultura de cada povo.

A música é algo que está sempre associada à cultura e às tradições de um povo e da sua época.

Por muitos, a música é vista como a primeira das artes, tanto no que diz respeito à história humana como na sua importância na vida de cada um de nós. Nas civilizações primitivas, os sons tinham um significado, o qual também estava presente nos seus instrumentos primitivos. Mas, já para nós, a música é reconfortante e, não raras vezes, presta um valioso auxílio ao nosso equilíbrio emocional.
Vasco Lopes da Gama

quarta-feira, 6 de março de 2013

Jovens privilegiados...

Declarações de Joana Manuel, Actriz, no quadro da Conferência Nacional - Em Defesa de um Portugal Soberano e Desenvolvido, dia 23 de Fevereiro de 2013 no auditório da Faculdade de Ciências de Lisboa.

Jovens privilegiados... A prestar devida atenção!

(Extraído da Internet - YouTube) 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

USO no "Concurso de Cultura Geral 2013" da RUTIS

No  passado  dia  25  de  janeiro,  a Universidade Sénior de Odivelas  (USO)  participou  no  "IX Concurso de Cultura Geral" da RUTIS, que teve lugar na cidade de Gondomar.

Por ocasião desta participação e com o objetivo de apoiar a equipa da Universidade Sénior de Odivelas, realizou-se um passeio da Associação Sénior de Odivelas (ASO) a Gondomar/Espinho/Aveiro e Ílhavo, nos dias 25 e 26 de janeiro.

Este passeio organizado pela ASO, proporcionou mais uma oportunidade, a todos os participantes, de terem passado dois dias numa bonita, fraterna e salutar convivência.

Como diz o ditado popular "recordar é viver", aqui deixo imagens de alguns momentos que tivemos oportunidade de desfrutar e que sabem bem recordar.


Vasco Lopes da Gama

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ser Velho!

Um dia perguntaram-me o que sentia ao ser velho. Surpreendeu-me muito a pergunta, pois não me considero velho.

Sou agora, provavelmente pela primeira vez na minha vida, a pessoa que sempre quis ser.

Às vezes preocupo-me com o meu corpo... Com as rugas, com os cabelos brancos e a calvice… E, frequentemente, com a pessoa velha que vive no meu espelho.

Não trocaria os meus melhores amigos nem a minha maravilhosa vida, por menos cabelos brancos, ou por um corpo musculoso

Ao envelhecer, tornei-me mais amigo e menos crítico de mim, mas não me preocupo com estas coisas por muito tempo…

Tornei-me no meu melhor amigo.

Não me repreendo por comer um doce, ou por não fazer a minha cama, ou por comprar algo de que não necessitava.

Tenho o direito de ser um pouco desarrumado e extravagante...

Vi muitos amigos irem-se deste mundo de repente, antes de entenderem a liberdade que advém de se tornarem velhos.

Que interessa se decido ler ou jogar no computador até às 4 da manhã e dormir até ao meio dia?

Dançarei ao som dumas músicas dos anos 50 e 60 e talvez, nesse momento, chorar por algum amor antigo…

Caminharei pela praia sem um fato de banho… apesar dos olhares de compaixão dos que usam bikini… Eles também serão velhos (se tiverem sorte).

Algumas vezes esqueço-me de certas coisas, mas sempre me lembro das mais importantes.

Através dos anos o meu coração nalgumas ocasiões ficou despedaçado. Como não se pode despedaçar o coração quando se perde alguém querido, ou quando sofre uma criança, ou quando morre o nosso animal de estimação…?

Mas o coração despedaçado é que nos dá força, compreensão e compaixão.

Um coração que nunca sentimos despedaçado, nunca nos deixa sentir a felicidade de ser imperfeito.

Senti-me feliz quando os meus cabelos começaram a ficar cinzentos…

E quando conservo o meu sorriso de quando era jovem. Muitos não se riram, e muitos morreram antes dos seus cabelos se tornarem grisalhos.

Posso dizer “Não” e querer dizê-lo. Posso dizer “Sim” e querer dizê-lo.

Quando se envelhece é mais fácil ser positivo. Preocupamo-nos menos com o que as outras pessoas podem pensar.

Até adquiri o direito de estar enganado… porque me deu Liberdade!

Gosto de ser “velho”.  Gosto de ser a pessoa em que me converti.

Não vou viver muitos mais anos mas enquanto cá estiver,  não perderei tempo a pensar no que poderia ser, ou a preocupar-me com o que serei.

Comerei uns doces todos os dias (se assim o desejar)…

Simplesmente… amar. Amar generosamente. Falar com gentileza. E o resto ... É com Deus!

Que belo é contemplar as flores e sentir a sua fragância nos momentos da nossa velhice!

Que belas são as borboletas voando de flor em flor!

Queridos amigos: desfrutem dos vossos anos de vida e não sofram por terem perdido a juventude.

Vivam e amem.

Todos têm um grande valor para Deus, e para mim também.

Sorriam  todas  as  manhãs  porque  Deus  acordou  antes de nós e colocou sol nas nossas janelas!!!! 
                                                                                    (Texto adaptado da Internet)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Feliz Natal e Bom Ano Novo


Dê um CLIQUE DUPLO neste NATAL!

ARRASTE JESUS para o seu DIRETÓRIO PRINCIPAL, SALVE-O em todos os seus ARQUIVOS PESSOAIS.

SELECIONE-O como seu DOCUMENTO MESTRE. Que ele seja seu MODELO para FORMATAR a sua vida: JUSTIFIQUE-A e ALINHE-A À DIREITA e À ESQUERDA, sem QUEBRAS na sua caminhada.

Que JESUS não seja apenas um ÍCONE, um ACESSÓRIO, uma FERRAMENTA, um RODAPÉ, um PERIFÉRICO, um ARQUIVO TEMPORÁRIO, mas o CABEÇALHO, a LETRA CAPITULAR, a BARRA DE ESPAÇOS do seu caminhar.

Que Ele seja a FONTE de energia para a sua ÁREA DE TRABALHO, o PAINTBRUSH para COLORIR o seu sorriso, a CONFIGURAÇÃO da sua simpatia, a NOVA JANELA para VISUALIZAR o TAMANHO do seu amor.

No seu dia-a-dia, seja Ele o PAINEL DE CONTROLE para DESFRAGMENTAR a sua vida, fazer  DOWNLOAD dos seus sonhos e OPTIMIZAR as suas realizações.

DESATIVE o seu egoísmo, COMPACTE as suas liberdades, CANCELE os seus RECUOS e DELETE os seus ERROS.

COMPARTILHE os seus RECURSOS, ACEDA ao coração dos seus amigos e “SCANEIE”  para eles o que você tem de bom.

Não deixe à MARGEM ninguém, ABRA as PORTAS do seu coração e REMOVA dele o VÍRUS do desamor.

Antes de SAIR, coloque JESUS nos seus FAVORITOS e o seu NATAL será o ATALHO para a sua felicidade!

CLIQUE agora em OK, para REINICIAR e ATUALIZAR os seus CONTEÚDOS!


Vasco Lopes da Gama
(Fonte:  Internet)    

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ser idoso ou ser velho?

IDOSA é a pessoa que tem muita Idade; VELHA é a pessoa que perdeu a jovialidade.

A idade causa degeneração das células; a velhice causa degeneração do espírito. Por isso, nem todo idoso é velho e há velho que nem chegou a ser idoso.

Você é idoso quando sonha; você é velho quando apenas dorme.

Você é idoso quando ainda aprende; você é velho quando já nem ensina.

Você é idoso quando pratica desporto  ou de alguma forma se exercita; você é velho quando apenas descansa.

Você é idoso quando ainda sente AMOR; você é velho quando só sente ciúmes e possessividade.

Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida; você é velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada; você é idoso quando o seu calendário tem amanhãs; você é velho quando o seu calendário só tem ontens.

Idosa é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência; ela é uma porta entre o passado e o futuro e é no presente que os dois se encontram. O velho é aquele que tem carregado o peso dos anos; que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite o pessimismo e a desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, pois lá existe um fosso que o separa do presente, pelo apego ao passado.

O idoso se renova a cada dia que começa, o velho se acaba a cada noite que termina, pois enquanto o idoso tem seus olhos postos no horizonte, de onde o sol desponta e a esperança se ilumina, o velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram.

O idoso tem planos, o velho tem saudades. O idoso moderniza-se, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos; o velho emperra-se no seu tempo, fecha-se na sua ostra e recusa a modernidade.

O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e prenhe de esperança. Para ele o tempo passa rápido e a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio da sua vidinha e as suas horas se arrastam, destituídas de sentido.

As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso; as rugas do velho são feias, porque foram vincadas pela amargura.

Em suma, o idoso e o velho são duas pessoas que até podem ter, no cartório, a mesma idade cronológica, mas o que têm são idades diferentes no coração.

Jorge José de Jesus Ricardo

domingo, 4 de novembro de 2012

Para ler e refletir!

Não  sei  onde  está  a  verdade … se  é autêntico mas  ainda  assim   é  sempre  uma  maneira   de conhecer este vocabulário…(pelo menos sei que é verídico pois já o ouvi nos transportes públicos).


Ora leiam e meditem:

Composição "O Pipol e a Escola"

Se não entenderem à 1ª, tentem uma 2ª vez que está demais!!!!!!!!

Lindo futuro escolar...Geração Phonix+Zonix+vodafnix+Uzix+Tmnix+optimix e outras tantas terminadas em ix...
(Texto verídico retirado de uma prova livre de Língua Portuguesa, realizada por um aluno do 9º ano, na Escola Secundária de Caldas da Rainha, para ler, estarrecer e refletir...!!!)

REDAXÃO 'O PIPOL E A ESCOLA'

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os Lesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?

Vasco Lopes da Gama
(Retirado da Internet)