sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Indústria dos Incêndios

Pela oportunidade do tema vale a pena ler.... e refletir! – (Artigo escrito por José Gomes Ferreira).

A evidência salta aos olhos: o país está a arder porque alguém quer que ele arda. Ou melhor, porque muita gente quer que ele arda. Há uma verdadeira indústria dos incêndios em Portugal. Há muita gente a beneficiar, directa ou indirectamente, da terra queimada.

Oficialmente, continua a correr a versão de que não há motivações económicas para a maioria dos incêndios. 

Oficialmente continua a ser dito que as ocorrências se devem a negligência ou ao simples prazer de ver o fogo. A maioria dos incendiários seriam pessoas mentalmente diminuídas.

Mas a tragédia não acontece por acaso. Vejamos:

1 - Porque é que o combate aéreo aos incêndios em Portugal é TOTALMENTE concessionado a empresas privadas, ao contrário do que acontece noutros países europeus da orla mediterrânica?

Porque é que os testemunhos populares sobre o início de incêndios em várias frentes imediatamente após a passagem de aeronaves continuam sem investigação após tantos anos de ocorrências?

Porque é que o Estado tem 700 milhões de euros para comprar dois submarinos e não tem metade dessa verba para comprar uma dúzia de aviões Cannadair?

Porque é que há pilotos da Força Aérea formados para combater incêndios e que passam o Verão desocupados nos quartéis?

Porque é que as Forças Armadas encomendaram novos helicópteros sem estarem adaptados ao combate a incêndios? Pode o país dar-se a esse luxo?

2 - A maior parte da madeira usada pelas celuloses para produzir pasta de papel pode ser utilizada após a passagem do fogo sem grandes perdas de qualidade. No entanto, os madeireiros pagam um terço do valor aos produtores florestais. Quem ganha com o negócio? Há poucas semanas foi detido mais um madeireiro intermediário na Zona Centro, por suspeita de fogo posto. Estranhamente, as autoridades continuam a dizer que não há motivações económicas nos incêndios...

3 - Se as autoridades não conhecem casos, muitos jornalistas deste país, sobretudo os que se especializaram na área do ambiente, podem indicar terrenos onde se registaram incêndios há poucos anos e que já estão urbanizados ou em vias de o ser, contra o que diz a lei.

4 - À redacção da SIC e de outros órgãos de informação chegaram cartas e telefonemas anónimos do seguinte teor: "enquanto houver reservas de caça associativa e turística em Portugal, o país vai continuar a arder". Uma clara vingança de quem não quer pagar para caçar nestes espaços e pretende o regresso ao regime livre.

5 - Infelizmente, no Norte e Centro do país ainda continua a haver incêndios provocados para que nas primeiras chuvas os rebentos da vegetação sejam mais tenros e atractivos para os rebanhos. Os comandantes de bombeiros destas zonas conhecem bem esta realidade.

Há cerca de um ano e meio, o então ministro da Agricultura quis fazer um acordo com as direcções das três televisões generalistas em Portugal, no sentido de ser evitada a transmissão de muitas imagens de incêndios durante o Verão. O argumento era que, quanto mais fogo viam no ecrã, mais os incendiários se sentiam motivados a praticar o crime...

Participei nessa reunião. Claro que o acordo não foi aceite, mas pessoalmente senti-me indignado. Como era possível que houvesse tantos cidadãos deste país a perder o rendimento da floresta - e até as habitações - e o poder político estivesse preocupado apenas com um aspecto perfeitamente marginal?

Estranhamente, voltamos a ser confrontados com sugestões de responsáveis da administração pública no sentido de se evitar a exibição de imagens de todos os incêndios que assolam o país.

Há uma indústria dos incêndios em Portugal, cujos agentes não obedecem a uma organização comum mas têm o mesmo objectivo - destruir floresta porque beneficiam com este tipo de crime.

Estranhamente, o Estado não faz o que poderia e deveria fazer:

1 - Assumir directamente o combate aéreo aos incêndios o mais rapidamente possível. Comprar os meios, suspendendo, se necessário, outros contratos de aquisição de equipamento militar.

2 - Distribuir as forças militares pela floresta, durante todo o Verão, em acções de vigilância permanente. (Pelo contrário, o que tem acontecido são acções pontuais de vigilância e combate às chamas).

3 - Alterar a moldura penal dos crimes de fogo posto, agravando substancialmente as penas, e investigar e punir efectivamente os infractores

4 - Proibir rigorosamente todas as construções em zona ardida durante os anos previstos na lei.

5 - Incentivar a limpeza de matas, promovendo o valor dos resíduos, mato e lenha, criando centrais térmicas adaptadas ao uso deste tipo de combustível.

6 - E, é claro, continuar a apoiar as corporações de bombeiros por todos os meios.

Com uma noção clara das causas da tragédia e com medidas simples mas eficazes, será possível acreditar que dentro de 20 anos a paisagem portuguesa ainda não será igual à do Norte de África. Se tudo continuar como está, as semelhanças físicas com Marrocos serão inevitáveis a breve prazo.
Texto de autoria de José Gomes Ferreira

domingo, 25 de agosto de 2013

O Bom e o Ótimo

Há um ditado que parece ser disparate lógico: "o ótimo é inimigo do bom".

Em relação à tão propalada expressão “o ótimo é inimigo do bom” e, ao facto, dela ser tão discutida e difundida que, por vezes, uma generalização abusiva leva a que se pratique, sem critério, a transformação semântica da frase, substituindo-a por uma outra, com ressonâncias semelhantes: “o bom é inimigo do ótimo”.

Seja qual for o posicionamento relativo dos elementos significantes da frase, que não cabe aqui desenvolver, ela é frequentemente referida quando procuramos defender a ideia de que não vale a pena sermos muito exigentes relativamente a uma determinada coisa (o ótimo), aceitando a inevitabilidade de nos ficarmos sempre por uma mediania (o bom).

Na vida empresarial, sobretudo nas formas de organização marcadas pelos excessos da industrialização e da burocracia, tem sido aproveitado como bandeira de legitimação de práticas e atitudes daqueles que galharda e convictamente prosseguem o objetivo profissional de serem apenas “suficientemente bons para não serem despedidos”.

Em contextos cada vez mais difíceis, exige-se a todos os profissionais que “consigam fazer mais com menos”, o que só é possível através duma grande entrega e dum grande envolvimento pessoal, sem reservas mentais e barreiras, ou mesmo obstáculos, a uma verdadeira orientação tendo em vista a obtenção da excelência.

Assim, o paradigma mental já não pode ficar-se pelo “ser bom” pois, em condições sociológicas e de mercado só os “muito bons” conseguirão ter condições estimulantes e sustentáveis para viver percursos profissionais.

Nesta perspetiva, o “bom” será, realmente, “inimigo do ótimo”, sobretudo se se constituir como uma forma de auto-engano que nos impede de ver o que pode despontar em cada um de nós.

No entanto, melhor do que fazermos algo de forma “ótima”, é fazermos “o que precisa ser feito”!!!

Trabalho “bem feito” é aquele que serve para alguma coisa! E não aquele que foi feito de forma “ótima”, ou perfeito na sua confeção.

Às vezes empenhamo-nos em fazer algo, e até gostávamos do que estávamos a fazer, mas, a curto prazo, concluímos que isso não deu os resultados esperados...

Quando nos perguntam sobre o porquê, respondemos: "Porque não estava suficientemente bom".

Quase todos nós já passámos pela situação de “atrasar alguma coisa em que estávamos a trabalhar e a investir para procurar atingir o ótimo...”

Não raras vezes nos preocupamos mais com a perfeição, do que com o objetivo.

Ocupemo-nos, pois, mais com o objectivo, isto é, com “o que precisa ser feito”!

Pensemos, pois, duma forma mais ampla e deixemos fluir as ideias. Na maioria das vezes “não é a perfeição que conta – mas sim a eficácia e a utilidade”.

Se algo não for útil, pode ter a perfeição que tiver mas, ainda assim, continuará inútil.

No entanto, com isto, não queremos dizer que não se deve ter atenção (e não preocupação) em melhorar sempre, quer se trate “das nossas ações, do nosso trabalho, dos nossos projetos, das nossas competências...”.

Mas, quem fica focado apenas na busca da perfeição do trabalho, perde um tempo precioso para pensar em soluções!  – “Enquanto se busca o ótimo, deixa de se fazer o que é preciso ser feito…”

Resolver obstáculos (problemas) é uma arte que exige visão abrangente, exige empatia, criatividade, proatividade, e outras competências amplas.

Deixemos de exigir de nós próprios a perfeição! Procuremos ser úteis! Direcionemos as nossas ações para “o que precisa ser feito”!

“Certamente, todos se lembrarão de si pela quantidade de coisas úteis que criar! Faça o que precisa ser feito... Faça algo realmente útil!”
Vasco Lopes da Gama

domingo, 4 de agosto de 2013

Monólogo das Mãos - Bibi Ferreira

Aos 91 anos, a atriz, cantora e diretora Bibi Ferreira, declama o 'Monólogo das Mãos' no Programa Jô Soares.
Um SHOW a não perder. Maravilhoso.
Vejam que maravilha de talento, memória e lucidez!!!


quarta-feira, 26 de junho de 2013

ORAÇÃO DO IDOSO

Bem-aventurados aqueles que compreendem os meus passos vacilantes e as minhas mãos trémulas.

Bem-aventurados os que levam em conta que meus ouvidos captam as palavras com dificuldades, por isso procuram falar-me mais alto e pausadamente.

Bem-aventurados os que percebem que meus olhos já estão nublados e as minhas reações são lentas.

Bem-aventurados os que desviam o olhar, simulando não ter visto o café que, por vezes, derramo sobre a mesa.

Bem-aventurados os que sorriem e conversam comigo.

Bem-aventurados os que nunca me dizem: "Você já me contou isso tantas vezes!"

Bem-aventurados os que me ajudam, com carinho, a atravessar a rua.

Bem-aventurados os que me fazem sentir que sou amado e não estou abandonado, tratando-me com respeito.

Bem-aventurados os que compreendem quanto me custa encontrar forças para aguentar minha cruz.

Bem-aventurados os que me amenizam os últimos anos sobre a Terra.

Bem-aventurados todos aqueles que me dedicam afeto e carinho fazendo-me, assim, pensar em Deus.

Quando entrar na Eternidade, lembrar-me-ei deles, junto ao Senhor!

Amém!
(autor desconhecido)

domingo, 28 de abril de 2013

Música - A Linguagem Universal da Humanidade

O Homem, ao tentar construir a torre de Babel, teve como castigo a confusão de idiomas, de tal forma, que ninguém entendia ninguém, tudo ficando assim mais difícil.

No entanto, Deus,  na  Sua  infinita  bondade,  deu ao  Homem  uma oportunidade única,  ao deixar-lhe uma linguagem universal ─ a música.

A música, que cada um de nós ouvimos, toca-nos o coração. Não importa que tipo seja. Numa ou noutra situação poderemos até assustar-nos com determinado tipo de música, mas, aos poucos, começamos a compreendê-la.

Não há praticamente nenhuma cultura onde a música não esteja presente funcionando até, na maioria das vezes, como fator determinante no desenvolvimento linguístico e afectivo dos indivíduos.

Desde o nascimento, a criança tem necessidade de desenvolver o sentido do ritmo, pois em todo o universo que nos rodeia, há um sem número de ritmos que se evidenciam a cada passo e a cada momento.

A música é, assim, uma linguagem universal que vai estimular outras áreas do nosso desenvolvimento, sendo fundamental para o bom funcionamento de toda a sociedade.

Desde os tempos mais remotos, sempre que uma nova sociedade nascia, com ela surgia também um novo estilo de música.

A música é, de facto, uma linguagem comum a todas as pessoas, podendo facilmente transmitir emoções, ou sentimentos, a nível universal. A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos... A música é, sem dúvida, uma linguagem universal que está presente nas mais diversas situações da vida humana, tanto a nível individual, como coletivo.

A linguagem musical é igualmente um excelente meio para o desenvolvimento da expressão, do equilíbrio, da autoestima e do autoconhecimento, para além de ser um poderoso meio de integração social, sendo possível, através dela, passar mensagens de união fraterna entre os seres humanos, independente da língua e cultura de cada povo.

A música é algo que está sempre associada à cultura e às tradições de um povo e da sua época.

Por muitos, a música é vista como a primeira das artes, tanto no que diz respeito à história humana como na sua importância na vida de cada um de nós. Nas civilizações primitivas, os sons tinham um significado, o qual também estava presente nos seus instrumentos primitivos. Mas, já para nós, a música é reconfortante e, não raras vezes, presta um valioso auxílio ao nosso equilíbrio emocional.
Vasco Lopes da Gama

quarta-feira, 6 de março de 2013

Jovens privilegiados...

Declarações de Joana Manuel, Actriz, no quadro da Conferência Nacional - Em Defesa de um Portugal Soberano e Desenvolvido, dia 23 de Fevereiro de 2013 no auditório da Faculdade de Ciências de Lisboa.

Jovens privilegiados... A prestar devida atenção!

(Extraído da Internet - YouTube) 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

USO no "Concurso de Cultura Geral 2013" da RUTIS

No  passado  dia  25  de  janeiro,  a Universidade Sénior de Odivelas  (USO)  participou  no  "IX Concurso de Cultura Geral" da RUTIS, que teve lugar na cidade de Gondomar.

Por ocasião desta participação e com o objetivo de apoiar a equipa da Universidade Sénior de Odivelas, realizou-se um passeio da Associação Sénior de Odivelas (ASO) a Gondomar/Espinho/Aveiro e Ílhavo, nos dias 25 e 26 de janeiro.

Este passeio organizado pela ASO, proporcionou mais uma oportunidade, a todos os participantes, de terem passado dois dias numa bonita, fraterna e salutar convivência.

Como diz o ditado popular "recordar é viver", aqui deixo imagens de alguns momentos que tivemos oportunidade de desfrutar e que sabem bem recordar.


Vasco Lopes da Gama

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ser Velho!

Um dia perguntaram-me o que sentia ao ser velho. Surpreendeu-me muito a pergunta, pois não me considero velho.

Sou agora, provavelmente pela primeira vez na minha vida, a pessoa que sempre quis ser.

Às vezes preocupo-me com o meu corpo... Com as rugas, com os cabelos brancos e a calvice… E, frequentemente, com a pessoa velha que vive no meu espelho.

Não trocaria os meus melhores amigos nem a minha maravilhosa vida, por menos cabelos brancos, ou por um corpo musculoso

Ao envelhecer, tornei-me mais amigo e menos crítico de mim, mas não me preocupo com estas coisas por muito tempo…

Tornei-me no meu melhor amigo.

Não me repreendo por comer um doce, ou por não fazer a minha cama, ou por comprar algo de que não necessitava.

Tenho o direito de ser um pouco desarrumado e extravagante...

Vi muitos amigos irem-se deste mundo de repente, antes de entenderem a liberdade que advém de se tornarem velhos.

Que interessa se decido ler ou jogar no computador até às 4 da manhã e dormir até ao meio dia?

Dançarei ao som dumas músicas dos anos 50 e 60 e talvez, nesse momento, chorar por algum amor antigo…

Caminharei pela praia sem um fato de banho… apesar dos olhares de compaixão dos que usam bikini… Eles também serão velhos (se tiverem sorte).

Algumas vezes esqueço-me de certas coisas, mas sempre me lembro das mais importantes.

Através dos anos o meu coração nalgumas ocasiões ficou despedaçado. Como não se pode despedaçar o coração quando se perde alguém querido, ou quando sofre uma criança, ou quando morre o nosso animal de estimação…?

Mas o coração despedaçado é que nos dá força, compreensão e compaixão.

Um coração que nunca sentimos despedaçado, nunca nos deixa sentir a felicidade de ser imperfeito.

Senti-me feliz quando os meus cabelos começaram a ficar cinzentos…

E quando conservo o meu sorriso de quando era jovem. Muitos não se riram, e muitos morreram antes dos seus cabelos se tornarem grisalhos.

Posso dizer “Não” e querer dizê-lo. Posso dizer “Sim” e querer dizê-lo.

Quando se envelhece é mais fácil ser positivo. Preocupamo-nos menos com o que as outras pessoas podem pensar.

Até adquiri o direito de estar enganado… porque me deu Liberdade!

Gosto de ser “velho”.  Gosto de ser a pessoa em que me converti.

Não vou viver muitos mais anos mas enquanto cá estiver,  não perderei tempo a pensar no que poderia ser, ou a preocupar-me com o que serei.

Comerei uns doces todos os dias (se assim o desejar)…

Simplesmente… amar. Amar generosamente. Falar com gentileza. E o resto ... É com Deus!

Que belo é contemplar as flores e sentir a sua fragância nos momentos da nossa velhice!

Que belas são as borboletas voando de flor em flor!

Queridos amigos: desfrutem dos vossos anos de vida e não sofram por terem perdido a juventude.

Vivam e amem.

Todos têm um grande valor para Deus, e para mim também.

Sorriam  todas  as  manhãs  porque  Deus  acordou  antes de nós e colocou sol nas nossas janelas!!!! 
                                                                                    (Texto adaptado da Internet)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Feliz Natal e Bom Ano Novo


Dê um CLIQUE DUPLO neste NATAL!

ARRASTE JESUS para o seu DIRETÓRIO PRINCIPAL, SALVE-O em todos os seus ARQUIVOS PESSOAIS.

SELECIONE-O como seu DOCUMENTO MESTRE. Que ele seja seu MODELO para FORMATAR a sua vida: JUSTIFIQUE-A e ALINHE-A À DIREITA e À ESQUERDA, sem QUEBRAS na sua caminhada.

Que JESUS não seja apenas um ÍCONE, um ACESSÓRIO, uma FERRAMENTA, um RODAPÉ, um PERIFÉRICO, um ARQUIVO TEMPORÁRIO, mas o CABEÇALHO, a LETRA CAPITULAR, a BARRA DE ESPAÇOS do seu caminhar.

Que Ele seja a FONTE de energia para a sua ÁREA DE TRABALHO, o PAINTBRUSH para COLORIR o seu sorriso, a CONFIGURAÇÃO da sua simpatia, a NOVA JANELA para VISUALIZAR o TAMANHO do seu amor.

No seu dia-a-dia, seja Ele o PAINEL DE CONTROLE para DESFRAGMENTAR a sua vida, fazer  DOWNLOAD dos seus sonhos e OPTIMIZAR as suas realizações.

DESATIVE o seu egoísmo, COMPACTE as suas liberdades, CANCELE os seus RECUOS e DELETE os seus ERROS.

COMPARTILHE os seus RECURSOS, ACEDA ao coração dos seus amigos e “SCANEIE”  para eles o que você tem de bom.

Não deixe à MARGEM ninguém, ABRA as PORTAS do seu coração e REMOVA dele o VÍRUS do desamor.

Antes de SAIR, coloque JESUS nos seus FAVORITOS e o seu NATAL será o ATALHO para a sua felicidade!

CLIQUE agora em OK, para REINICIAR e ATUALIZAR os seus CONTEÚDOS!


Vasco Lopes da Gama
(Fonte:  Internet)    

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ser idoso ou ser velho?

IDOSA é a pessoa que tem muita Idade; VELHA é a pessoa que perdeu a jovialidade.

A idade causa degeneração das células; a velhice causa degeneração do espírito. Por isso, nem todo idoso é velho e há velho que nem chegou a ser idoso.

Você é idoso quando sonha; você é velho quando apenas dorme.

Você é idoso quando ainda aprende; você é velho quando já nem ensina.

Você é idoso quando pratica desporto  ou de alguma forma se exercita; você é velho quando apenas descansa.

Você é idoso quando ainda sente AMOR; você é velho quando só sente ciúmes e possessividade.

Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida; você é velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada; você é idoso quando o seu calendário tem amanhãs; você é velho quando o seu calendário só tem ontens.

Idosa é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência; ela é uma porta entre o passado e o futuro e é no presente que os dois se encontram. O velho é aquele que tem carregado o peso dos anos; que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite o pessimismo e a desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, pois lá existe um fosso que o separa do presente, pelo apego ao passado.

O idoso se renova a cada dia que começa, o velho se acaba a cada noite que termina, pois enquanto o idoso tem seus olhos postos no horizonte, de onde o sol desponta e a esperança se ilumina, o velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram.

O idoso tem planos, o velho tem saudades. O idoso moderniza-se, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos; o velho emperra-se no seu tempo, fecha-se na sua ostra e recusa a modernidade.

O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e prenhe de esperança. Para ele o tempo passa rápido e a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio da sua vidinha e as suas horas se arrastam, destituídas de sentido.

As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso; as rugas do velho são feias, porque foram vincadas pela amargura.

Em suma, o idoso e o velho são duas pessoas que até podem ter, no cartório, a mesma idade cronológica, mas o que têm são idades diferentes no coração.

Jorge José de Jesus Ricardo

domingo, 4 de novembro de 2012

Para ler e refletir!

Não  sei  onde  está  a  verdade … se  é autêntico mas  ainda  assim   é  sempre  uma  maneira   de conhecer este vocabulário…(pelo menos sei que é verídico pois já o ouvi nos transportes públicos).


Ora leiam e meditem:

Composição "O Pipol e a Escola"

Se não entenderem à 1ª, tentem uma 2ª vez que está demais!!!!!!!!

Lindo futuro escolar...Geração Phonix+Zonix+vodafnix+Uzix+Tmnix+optimix e outras tantas terminadas em ix...
(Texto verídico retirado de uma prova livre de Língua Portuguesa, realizada por um aluno do 9º ano, na Escola Secundária de Caldas da Rainha, para ler, estarrecer e refletir...!!!)

REDAXÃO 'O PIPOL E A ESCOLA'

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os Lesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?

Vasco Lopes da Gama
(Retirado da Internet)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A Vida


Já alguém disse e escreveu que entre nascer e morrer existe um intervalo de tempo chamado VIDA.

Mas, o que é um facto é que nascemos sem pedir e morremos sem querer. Neste "intervalo", podemos logicamente viver de forma FELIZ ou INFELIZ, alegres, ou tristes, praticando o bem, ou o mal, respeitando um "igual" ou ignorando-o. Na verdade nascemos "iguais". Quem CRIOU o mundo, fê-lo de uma forma gratuita, ou por vontade própria, ou por imposição, ou, por uma ideia genial ou DIVINA. Não sabemos! O que sabemos é que neste "INTERVALO" entre nascer e morrer, temos uma VIDA para VIVER, mesmo sem querer, mesmo sem pedir. Por isso devemos aproveitar cada segundo da nossa VIDA!!!

Ao acordarmos, devemos considerar cada dia, como um presente, para podermos melhorar o que fizemos nos dias anteriores. Um novo dia deve ser aproveitado plenamente por cada um de nós. Sabe bem sorrir e divertirmo-nos, lutar pelos nossos ideais, irmos em busca do que queremos e, às vezes sofrer derrotas. Tudo isto faz parte da VIDA, mas sempre devemos saber levantar-nos e continuar seguindo em frente.

A VIDA é feita de momentos e devemos aproveitá-los ao máximo. Às vezes as coisas não acontecem como queremos, e estamos sempre sujeitos a intempéries. Nada acontece por acaso, mantenhamo-nos confiantes e tudo dará certo. E então, num dia qualquer, após incontáveis momentos felizes e tristes e inúmeras pessoas que se cruzaram nosso caminho, iremos encontrar-nos com ela — a morte.

No entanto, por pior que pareça, a morte não é o fim, nós permaneceremos vivos na memória das pessoas, conforme as realizações que tivermos feito.

Viver é aprender e, aprender, é caminhar, intuitiva e empenhadamente, entre o coração e a razão escutando, de forma emocionalmente inteligente, o coração.

Como aproveitar então ao máximo o tempo de vida que temos? Como desfrutar dessa vida de forma a atingirmos a maior satisfação possível enquanto estamos vivos?

Talvez alguns respondam assim: Aproveitar a vida é passear bastante, ouvir muita música, comer pratos deliciosos, viajar e conhecer diversos lugares, sair com mulheres bonitas, gastar muito dinheiro, coisas desse tipo. Outros talvez digam: Aproveitar a vida é ser famoso, viajar por todo o mundo, ter casas luxuosas, ter grandes carros topos de gama, ter muito dinheiro, ter poder nas mãos, ou coisas assim.

Mas, afinal, como desejaríamos ser lembrados quando partirmos? Bem, se passarmos toda a nossa vida apenas pensando em nós próprios, provavelmente, ao morrermos, iremos cair logo no esquecimento. Por outro lado, se realizarmos algo grandioso em prol da humanidade, teremos o nosso nome e as nossas obras lembradas por muito tempo. Muitos irão querer imitar o nosso exemplo e poderemos ser uma referência para outros e para as gerações futuras.

Façamos pois da nossa vida, um estilo de vivência que seja impactante na vida dos outros, especialmente dos que nos estão próximo, que os torne mais felizes e, certamente, o maior beneficiado disso seremos nós próprios. Assim, o momento de mudar a nossa história e a nossa vida — é agora!
Vasco Lopes da Gama

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O Tempo e o Modo

O tempo, que é de todos  o maior e o mais sábio juiz, acaba sempre por mostrar quem se enganou, por ambição ou por falta  de ponderação.

 Tudo passa nesta vida. Coisas vêm e vão.
E na velocidade do tempo.
Um pedaço de tempo é uma pepita de ouro.

A nossa vida é um átomo, aliás, mais breve que um átomo; mas a natureza zombou dessa ninharia dando-lhe a aparência  de um tempo bastante longo.

A vida é uma luta contra o tempo. Queremos agarrá-lo, discipliná-lo, para poder fazer tranquilamente alguma coisa – e ele escoa-se, não pára, não se deixa agarrar, corre inexoravelmente, não nos deixa descansar.

Às vezes o tempo voa como um pássaro; outras arrasta-se como um caracol. O homem é feliz quando não se apercebe se o passo do tempo é lesto ou moroso. O que lhe importa é ganhar, em cada dia, mais um dia.

Dizer que o tempo é dinheiro, é falso e pernicioso. O tempo vale infinitamente mais que o dinheiro e nada tem de comum com ele. Não se pode amontoar tempo; nem tão pouco sabemos quanto tempo nos resta no banco da vida.

Aqueles para quem apenas   o presente conta, na verdade nada conhecem da época em que vivem: para compreender o nosso século é necessário compreender todos os séculos que o procederam e que contribuíram para o formar.

Não há um passado que mereça ser revivido com nostalgia, existe apenas um mundo eternamente novo e que se forma com a ampliação dos elementos do passado. A verdadeira nostalgia deve ser sempre produtiva para criar um mundo melhor.

Apesar de dispormos diariamente de 1.440 minutos, vivemos escravizados pelo tempo. De tal modo, que ficamos ansiosos e a olhar furtivamente para o relógio, quando temos de conceder uns escassos minutos a alguém.

Como o tempo não espera  por ninguém, valorizemos cada momento de nossas vidas. Seja qual for a idade, aproveitemos, positivamente, cada segundo dos 86.400 que nos são atribuídos todos os dias, de tal modo que  cheguemos a idosos sem nos sentirmos velhos.

O tempo não tem favoritos. Para ele somos todos iguais. O nosso dia de vinte e quatro horas não é maior ou mais pequeno que o do vizinho.  Esse tempo pertence a cada um de nós para o gastarmos, segundo a segundo, hora a hora, dia a dia, ano a ano, como decidirmos.

O tempo é demasiado aborrecido para os que nada esperam; demasiado rápido para os que têm medo; demasiado prolongado para os que se afligem; demasiado curto para os que se regozijam; mas para os que amam… o tempo é a eternidade.

O tempo não espera por ninguém. 

O Ontem pertence à História.  O Amanhã é um mistério. Quanto ao Hoje, aproveitemo-lo integralmente, porque, é uma dádiva. Por isso, se designa Presente.

(Textos compilados de diversos escritores e pensadores mundiais)

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Recordações duma viagem a MADRID


Através de diferentes percursos, e sempre com o estímulo da proximidade de tabernas, restaurantes, cafés e tertúlias, dos muitos que ainda por lá existem, Madrid é uma cidade que permite admirar o esplendor do seu passado sem esquecer as comodidades do presente.

Madrid é a sua história, certamente, mas sobretudo Madrid é hoje, nos princípios do século XXI, uma cidade viva e intensa. Uma cidade buliçosa, cenário constante da arte e da cultura de todo o Mundo.

Ao lado do “Passeio da Arte”, do Museu do Prado ao da Rainha Sofia, passando pelo Thyssen-Bornemisza, onde se encontram das melhores colecções do Mundo, os pintores de rua têm também o seu museu vivo na Praça Maior.

Paralelamente ao Teatro Real ou ao Auditório Nacional, por onde passam os melhores espetáculos líricos e as melhores orquestras do Mundo, em Madrid há um sem número de locais de música ao vivo, onde o jazz, o folk e os blues, para não falar do flamenco, alternam para proporcionar a melodia noturna de uma cidade que vive nos festivais de Outono, entre outros, o seu esplendor cultural absoluto, com a música e o teatro como protagonistas principais.

Pelas mesmas ruas por onde andaram Cervantes e Quevedo, é possível encontrar num café, ou nalgum evento cultural, um ou outro dos atuais escritores de língua espanhola... Para além de tudo isto, dos seus monumentos, dos seus jardins e da sua cultura, o encanto principal de Madrid está, sobretudo, na própria Madrid, quer dizer, na cidade e nas suas gentes.

São inúmeros os testemunhos da Madrid castiça. Os seus arredores, os deliciosos caramelos e as excelentes aguardentes, convivem com uma cidade onde é fácil  transitar pelas suas grandes avenidas, os seus bulevares e os seus centros comerciais.

As festas do patrono Santo Isidro, um santo lavrador, que de acordo com Gómez de la Serna, “convida a rosquinhas (doces)” pelo mês de Maio, são a melhor oportunidade para descobrir a Madrid castiça, incluindo a sua famosa feira tauromáquica.

Madrid é uma cidade de esplanadas no Verão e de tascas e ricas comidas no Inverno.

É uma cidade que não descansa, nem de noite nem de dia. Uma cidade onde se fala e ri. Onde se vive depressa, mas sempre procurando e encontrando um instante para o convívio e as conversas.

O caráter aberto e comunicativo das suas gentes é o melhor cartão de visita duma cidade cosmopolita, onde ninguém se sente estrangeiro e onde se tem a sensação, pouco depois de andar nas suas ruas, de lá ter vivido toda a sua vida, ou ter encontrado aqui o seu lugar no Mundo.
Vasco Lopes da Gama

quinta-feira, 7 de junho de 2012

A cidade do futuro

A reflexão sobre as cidades do futuro será uma fonte de inspiração para os decisores políticos e para os profissionais envolvidos no desenvolvimento urbano, aos níveis local, regional, nacional, europeu e mundial.

As cidades são lugares que geram problemas e que, ao mesmo tempo, produzem soluções. São terreno fértil para a ciência e tecnologia, a inovação, a cultura e a criatividade individual e colectiva, sendo também importantes para atenuar o impacto das alterações climáticas.

As cidades são locais onde se concentram alguns problemas, tais como: o desemprego, a segregação e a pobreza.

Apesar das cidades desempenharem um importante papel enquanto motores da economia, como espaços de conectividade, de criatividade e inovação, exercendo uma função fundamental no desenvolvimento territorial, atualmente, a Europa, não está em crescimento económico contínuo e muitas cidades enfrentam a séria ameaça de estagnação, ou de declínio económico.

A economia, na sua forma atual, não consegue criar emprego para todos e, paralelamente, as disparidades de rendimentos aumentam e, particularmente nas cidades, acentua-se um cada vez maior empobrecimento dos mais pobres e da classe média.

Então, como deverá ser a cidade do amanhã?

As cidades têm de ser concebidas para pessoas, e não para carros. As cidades do futuro não podem ser só verdes, embora tenham de ser sustentáveis.

Mas ser sustentável é mais do que ser ecológico. É preciso que as cidades do futuro sejam pólos de bem-estar e com visão para progredir.

As cidades já não podem ser apenas definidas com base nos seus limites administrativos e as políticas urbanas não podem incidir, exclusivamente, nas áreas administrativas da cidade. Tem de ser salientada a necessária complementaridade entre as abordagens funcionais, ao nível das grandes aglomerações e áreas metropolitanas, e as abordagens sociais e culturais que procuram reforçar a participação dos cidadãos ao nível local. É preciso ter em conta a realidade territorial e o tecido urbano no interior da cidade.

As estratégias terão de atender à diversidade das cidades: trajetórias de desenvolvimento, dimensão, contexto demográfico e social e recursos culturais e económicos.

Por todo o lado, vão surgindo projetos de cidades sustentáveis, sejam elas construídas de raiz, ou apenas dotadas de equipamentos mais amigos do ambiente.

No entanto, no planeamento duma cidade, deverão ter-se em consideração alguns aspetos, particularmente se existir a possibilidade dela poder ser construída a partir do “zero”, tais como:

        - procurar dar aos moradores boa qualidade de vida, explorando o menos possível os
          recursos naturais;

        - reduzir os gastos em energia e água, maximizando a auto-suficiência nestes recursos;

        - gerar pouco lixo e gases poluentes que influenciam o aquecimento global;

        - procurar disponibilizar um sistema eficiente de produção de alimentos com uma mínima
          dependência do campo ou de outras cidades;

        - dar prioridade a deslocações a pé, de bicicleta e de meios de transporte não poluentes.

Seria numa cidade sustentável, respeitando o meio ambiente e obedecendo aos aspetos atrás mencionados, que gostaríamos de ver sair do papel e onde adoraríamos viver!  

Vasco Lopes da Gama